
Título: Cara, cadê o meu país?
Autor: Michael Moore
Sinopse: Cara, cadê o meu país? , edição brasileira de Dude, Where is my Country?, best-seller mundial que foi lançado em abril pela W11 Editores, traz um prólogo escrito com exclusividade por Michael Moore. Na mensagem especial aos brasileiros ele diz: "A coisa mais assustadora a nosso respeito é que não sabemos nada a respeito de vocês". Com o objetivo de impedir a reeleição de Bush e furar a conspiração contra as perguntas embaraçosas da qual a grande imprensa americana faz parte, Moore faz também sete inquietantes questões ao presidente norte-americano. Ele acredita que encontrar as respostas é a única solução para peneirar as mentiras sobre os ataques de 11 de setembro e a guerra no Iraque. Afirma que para acabar com o terrorismo é preciso antes que as nações hegemônicas deixem de bombardear os outros povos, propõe uma campanha a favor do pensamento e comportamento progressistas na América e diz que Tom Hanks ou Oprah Winfrey seriam boas opções contra Bush para a presidência dos EUA.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cara, cadê o meu país?”, de Michael Moore, publicado pela editora Francis, em 2004 e com 276 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Francis
Páginas: 276
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8589362310
ISBN13: 9788589362313
Sobre a editora
Os livros da editora Francis costumam explorar narrativas densas e multifacetadas, muitas vezes ancoradas em contextos históricos ou políticos complexos. A experiência de leitura varia entre ficções que mesclam personagens profundamente perfilados com cenários reais, como revoluções e regimes autoritários, e ensaios que investigam temas contemporâneos como documentários, intolerância e política internacional. O tom desses livros pode oscilar entre o crítico e o reflexivo, com ritmo que ora privilegia a tensão dramática, ora o pensamento analítico. O catálogo sugere um interesse por personagens em transformação, conflitos éticos e sociais, além de uma abordagem que valoriza tanto o relato íntimo quanto o panorama amplo.
