
Título: Carlinhos Precisa de Uma Capa
Autor: Tomie Depaola
Sinopse: Mais uma boa história contada e ilustrada pelo artista norte-americano Tomie de Paola e traduzida por Gian Calvi. Carlinhos era um pastor. Ele tinha uma casa aconchegante, um chapelão, um cajado e um rebanho de ovelhas gordas. Mas todo mundo dizia: Carlinhos precisa de uma capa. Pobre Carlinhos. Ele realmente precisava de uma capa nova. Na primavera, iniciou, pacientemente, a preparação de sua capa quente e macia. Tosquiou suas ovelhas, lavou e penteou a lã. Depois fiou a lã em novelos e as tingiu com frutinhas selvagens vermelhas. E durante as noites de outono ele teceu, teceu e transformou a lã em tecido. Quando o inverno chegou, Tonhão já tinha confeccionado uma linda capa. A força expressiva desta narrativa sobre o tempo, as estações do ano, a generosidade da natureza, o trabalho está na simplicidade com que é contada.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Carlinhos Precisa de Uma Capa”, de Tomie Depaola, publicado pela editora Global Editora, em 2007 e com 36 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 36
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526010220
ISBN13: 9788526010222
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 22,00
- Largura (cm): 19,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
