
Título: Carlota Joaquina A Rainha Devassa
Autor: João Felicio dos Santos
Sinopse: Carlota Joaquina – A rainha devassa, de João Felício dos Santos, que retrata de forma literária os anos em que a Família Real permaneceu no Brasil. Centrado na figura da esposa de D. João VI, a obra revela, através de uma linguagem saborosa, todas as particularidades de uma das mais controversas personagens da história nacional. Carlota era dotada de profunda personalidade: inteligente e culta, corajosa e sagaz, conhecedora de diversas línguas e influente nas decisões de D. João. Por outro lado, era uma mulher terrivelmente infiel (tendo aventuras tanto com homens da nobreza quanto com criados), injusta, inescrupulosa, feia e pouquíssimo asseada. De 1908 a 1821, João Felício narra o curioso dia-a-dia, coberto de intrigas e traições, mas também diversão e alguma política, da idiossincrática rotina brasileira da rainha que, ao voltar a Portugal, para não contaminar o solo da metrópole com a poeira daquela colônia, atirou suas sandálias ao mar.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Carlota Joaquina A Rainha Devassa”, de João Felicio dos Santos, publicado pela editora José Olympio, em 2008 e com 432 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: José Olympio
Páginas: 432
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 850300853X
ISBN13: 9788503008532
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,499
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,40
Sobre a editora
Os livros da editora José Olympio costumam oferecer uma experiência de leitura que alia profundidade histórica e literária a narrativas que exploram a formação pessoal e social dos personagens. O catálogo apresenta obras que transitam entre o romance de formação, biografias detalhadas e análises culturais, muitas vezes ambientadas em contextos históricos marcantes, como o Brasil rural e urbano do século XX ou a Europa em períodos de transformação. A linguagem varia do mais narrativo, com atenção à psicologia dos personagens, ao mais informativo, com textos que dialogam com a crítica literária e a pesquisa acadêmica. Essa diversidade sugere um público interessado tanto em ficção com densidade social quanto em estudos literários e históricos.
