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Caros Amigos #164

Título: Caros Amigos #164

Autor: não informado

Sinopse: A Caros Amigos sempre procura conhecer, retratar e analisar um pouquinho do Brasil real. Queremos tirar a limpo a questão candente do aborto, que é um problema urgente de saúde pública, mas que ficou distorcido e sofreu contaminação perniciosa durante a última campanha eleitoral. A entrevista com a psicóloga Nalu Faria, da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e da Marcha Mundial das Mulheres, recoloca a questão na perspectiva histórica da luta das mulheres, no seu eixo mais significativo, sem paixões religiosas e sem preconceitos odiosos. Entrevistamos estudantes, professores e especialistas em Educação para saber o que avançou e o que regrediu no setor durante os oito anos do presidente Lula da Silva. Como todo balanço, há aspectos negativos e positivos. De um lado, o governo federal ampliou de forma significativa as unidades públicas de ensino superior, mas, de outro, as instituições privadas continuam liderando a oferta de vagas – e, pior, a visão mercantilista predomina na maioria das universidades, públicas ou privadas. Sem maiores pretensões, oferecemos aos leitores essa pequena contribuição crítica para a compreensão de uma área que precisa ser enfrentada pelo próximo governo. A Caros Amigos participou da famosa festa do Círio de Nazaré, em Belém, no Pará. Mais do que relatar a manifestação, procuramos ouvir as pessoas sobre as suas motivações, saber o que faz tanta gente integrar essa marcha religiosa e popular. Outra matéria mostra o que tem levado milhares de pessoas a saírem para as ruas nas capitais da Europa; contamos, em especial, a luta de resistência dos trabalhadores portugueses, que se negam a pagar pela crise do neoliberalismo. Brindamos também os leitores com uma belíssima matéria com e sobre Félix Contreras, o poeta e escritor cubano que mantém aceso o espírito rebelde. Em sua passagem pelo Brasil falou sobre cultura, problemas econômicos e os enfrentamentos atuais de Cuba. Contreras dá uma aula de humanidade, criatividade, visão crítica e compromisso revolucionário. Vale a pena ler e curtir.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Caros Amigos #164”, de não informado, publicado pela editora Casa Amarela, em 2010 e com 48 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Casa Amarela

Páginas: 48

Ano: 2010

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Não informado oferece uma experiência bastante variada, transitando entre o informativo e o narrativo, o factual e o imaginativo. Em alguns títulos, o ritmo é dinâmico, com histórias em quadrinhos e aventuras que exploram mundos fantásticos e personagens com poderes sobrenaturais, enquanto outros apresentam um tom mais didático e reflexivo, como análises históricas, biografias e temas científicos. Essa diversidade cria uma tensão entre o entretenimento leve e o aprofundamento em temas específicos, convidando o leitor a alternar entre o lúdico e o intelectual. A prosa pode ser direta e acessível, especialmente em obras que buscam explicar ou instruir, ou mais detalhada e envolvente, quando o foco é a construção de atmosferas e personagens. Em meio a essa variedade, os livros de Não informado frequentemente deixam no leitor a pergunta sobre o que está por trás das narrativas — seja um mistério a ser desvendado, uma reflexão a ser feita ou uma emoção a ser sentida.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Casa Amarela apresentam um olhar crítico e detalhado sobre temas sociais, políticos e culturais, frequentemente com foco na realidade brasileira e em questões contemporâneas urgentes. A leitura costuma ser densa e reflexiva, marcada por entrevistas aprofundadas, análises políticas e relatos autobiográficos que revelam tensões e conflitos reais, como debates sobre saúde pública, educação, urbanismo e direitos humanos. O tom varia entre o jornalístico, o ensaístico e o narrativo, com algumas obras adotando um ritmo mais investigativo e outras privilegiando a experiência pessoal e histórica. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com o presente de forma direta, sem recorrer a simplificações ou clichês.

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