
Título: Terror e Esperança na Palestina
Autor: José Arbex Jr
Sinopse: A tragédia palestina é inaceitável. Depois do Holocausto e de todas as experiências que o mundo viveu com os regimes totalitários ao longo do século 20, não é mais possivel tolerar a punição coletiva de todo um povo. Mas não se trata ´´apenas`` de um problema moral. A Palestina é, hoje, um ´´posto avançado`` da estratégia que a Casa Branca planeja aplicar ao resto do planeta. O massacre de Jenin, em nome do ´´combate ao terrorismo``, foi praticado à imagem e semelhança do ataque ao Afeganistão, após o 11 de Setembro, e segundo uma lógica que (des)qualifica como ´´terroristas`` todos os adversários da globalizção capitalista. Na Palestina - centro nevrálgico do Oriente Médio - a, Casa Branca joga uma cartaba decisiva. Cabe aos povos do mundo, incluindo os judeus que lutam pela paz, dizer: ´´Basta!``
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Terror e Esperança na Palestina”, de José Arbex Jr, publicado pela editora Casa Amarela, em 2002 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Casa Amarela
Páginas: 96
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8586821276
ISBN13: 9788586821271
Sobre a editora
Os livros da editora Casa Amarela apresentam um olhar crítico e detalhado sobre temas sociais, políticos e culturais, frequentemente com foco na realidade brasileira e em questões contemporâneas urgentes. A leitura costuma ser densa e reflexiva, marcada por entrevistas aprofundadas, análises políticas e relatos autobiográficos que revelam tensões e conflitos reais, como debates sobre saúde pública, educação, urbanismo e direitos humanos. O tom varia entre o jornalístico, o ensaístico e o narrativo, com algumas obras adotando um ritmo mais investigativo e outras privilegiando a experiência pessoal e histórica. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com o presente de forma direta, sem recorrer a simplificações ou clichês.
