
Título: Haximu: O massacre dos Yanomami e as suas consequências
Autor: Jan Rocha
Sinopse: O leitor tem em mãos um pequeno livro de grande interesse para quem deseja conhecer, através de um caso trágico recente, o modo como o Brasil lida com os povos indígenas- e que parece não ter mudado tanto assim...desde 1500! O jornalismo investigativo de Jan Rocha relata com precisão tudo o que foi possível apurar sobre o episódio que ficou conhecido como o massacre de Haximu. A princípio, tem-se a impressão de que estamos diante de um acontecimento excepcional, cuja brutalidade e violência eclodem de repente, quase gratuitamente;depois, aos poucos, os fatos vão ganhando inteligibilidade, o quebra-cabeça vai se montando, até percebermos o quanto a morte dos Yamomani se inscreve numa teia de relações que se prolonga até hoje e atualiza sem cessar a tolerância e cumplicidade dos brasileiros com um projeto genocida. E Haximu se torna um caso paradigmático.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Haximu: O massacre dos Yanomami e as suas consequências”, de Jan Rocha, publicado pela editora Casa Amarela, em 2000 e com 143 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Casa Amarela
Páginas: 143
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Casa Amarela apresentam um olhar crítico e detalhado sobre temas sociais, políticos e culturais, frequentemente com foco na realidade brasileira e em questões contemporâneas urgentes. A leitura costuma ser densa e reflexiva, marcada por entrevistas aprofundadas, análises políticas e relatos autobiográficos que revelam tensões e conflitos reais, como debates sobre saúde pública, educação, urbanismo e direitos humanos. O tom varia entre o jornalístico, o ensaístico e o narrativo, com algumas obras adotando um ritmo mais investigativo e outras privilegiando a experiência pessoal e histórica. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com o presente de forma direta, sem recorrer a simplificações ou clichês.
