
Título: Cartas A Guine-Bissau
Autor: Paulo Freire
Sinopse: Escrito e compilado em 1976 e 1977, este livro é o registro do primeiro ano de trabalho de Paulo Freire na construção de um modelo de alfabetização de adultos em Guiné-Bissau, então recém-independente. Através da correspondência trocada entre o educador e a Comissão Coordenadora dos trabalhos de alfabetização em Bissau, o espírito de colaboração e de transformação da realidade que norteia o pensamento de Paulo Freire nos incentiva a olhar para a África, histórica e socialmente tão próxima de nós. O autor nos apresenta a Guiné-Bissau do pós-independência, com suas lutas, sua resistência e a paixão dos militantes envolvidos na transformação econômica, social, política e cultural do país. Fruto do convite para conduzir o projeto educacional dessa sociedade, Cartas à Guiné-Bissau nos relata as emoções, identificações e angústias de Paulo Freire neste processo. Optando por não prescrever um receituário pedagógico, ao contrário; partilha o esforço comum de conhecer a realidade que busca transformar partindo da ajuda e do conhecimento mútuos.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Cartas A Guine-Bissau”, de Paulo Freire, publicado pela editora Paz e Terra, em 2013 e com 272 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Paz e Terra
Páginas: 272
Ano: 2013
Edição: Educacao
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577531899
ISBN13: 9788577531899
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,134
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.
