
Título: Cavalos Mortos Permanecem no Acostamento
Sinopse: Pedro Franz é uma dessas raras combinações de desenhista com uma concepção plástica da imagem aliada a enorme facilidade para escrever histórias. O livro conta sobre o seu divórcio recente, mesclada à lembranças de sua infância cuidando de gatos com amigos no terreno baldio próximo ao seu antigo prédio. A história flutua entre reflexões alto-biográficas e citações ao universo da arte. Um delicado toque de violência permeia tudo, dando a ideia de que algo belo acaba de morrer, mas sem que se tenha certeza de que isso é algo ruim ou bom.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cavalos Mortos Permanecem no Acostamento”, de Pedro Franz Pedro Franz (Florianópolis -Brasil, 1983) é artista visual e publicou diversas HQs, entre elas Cavalos mortos permanecem no acostamento, Incidente em Tunguska, Promessas de amor a desconhecidos, Suburbia (adaptação para a banda desenhada da teledramaturgia de Luiz ..., publicado pela editora Cachalote, em 2014 e com 20 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cachalote
Páginas: 20
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8566916042
ISBN13: 9788566916041
Sobre a editora
Os livros da editora CACHALOTE convidam o leitor a uma imersão em linguagens poéticas e narrativas que exploram o íntimo, o cotidiano e o simbólico com delicadeza e densidade. A experiência de leitura frequentemente traz um ritmo meditativo, ora marcado por uma prosa poética que valoriza o detalhe e a fragmentação, ora por narrativas visuais que transitam entre o melancólico e o perturbador. O catálogo revela um interesse por temas como desejo, identidade, espiritualidade e violência doméstica, sempre com um olhar atento às nuances emocionais e sociais. Há obras que se apoiam em formas tradicionais, como o haikai, e outras que experimentam o formato, como publicações sem palavras que privilegiam a iconografia. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre o mais narrativo e o mais experimental, com uma tensão constante entre o explícito e o implícito.
