
Título: CIDADE E CAMPO - RELACOES E CONTRADICOES ENTRE URB
Autor: Sposito Magon
Sinopse: Este livro resulta de um debate realizado, em junho de 2003, pelo Grupo de Pesquisa “Produção do Espaço e Redefinições Regionais” (GAsPERR) da UNESP, Campus Presidente Prudente. O objeto de estudo do grupo é a produção do espaço urbano com foco nas cidades médias e pequenas, envolvendo a análise da relação entre o campo e a cidade, com base nas transformações capitalistas da realidade brasileira. Portanto, a obra reúne os artigos de pesquisadores que apresentaram as conclusões sobre as investigações acerca das transformações ocorridas nos assentamentos urbanos rurais e urbanos.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “CIDADE E CAMPO – RELACOES E CONTRADICOES ENTRE URB”, de Sposito Magon, publicado pela editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR, em 2006 e com 274 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: EDITORA EXPRESSÃO POPULAR
Páginas: 274
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8564421607
ISBN13: 9788564421608
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,410
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR revela um foco consistente na análise crítica das relações sociais e políticas, especialmente no contexto brasileiro. As obras frequentemente abordam temas como luta de classes, movimentos sociais, diversidade sexual e de gênero, além de questões agrárias e urbanas, sempre com uma perspectiva que parte da realidade concreta para discutir transformações históricas e sociais. O tom das narrativas tende a ser denso, com um ritmo que privilegia a reflexão e o debate, permeado por um olhar militante e comprometido com a compreensão das estruturas de poder. O catálogo inclui textos que vão do relato histórico à análise teórica, passando por registros de experiências coletivas e debates políticos, o que sugere uma diversidade interna entre obras mais narrativas e outras mais informativas.
