
Título: Cidades Criativas: da teoria à prática
Autor: Ana Carla Fonseca Reis
Sinopse: [Por Gilberto Dimenstein] Essa é daquelas invenções simples e geniais para ajudar a cidade a ser mais funcional e inteligente. E menos poluída. É um aplicativo que ajuda, em tempo real, alguém a compartilhar seu carro (mais detalhes aqui). Chama-se Sidecar e começa a funcionar em São Francisco, nos Estados Unidos. Funciona assim: as pessoas se inscrevem no programa de compartilhamento de carros. O motorista sabe quem, na sua proximidade, quer a carona. Quem deseja a carona vê, na tela, a doação que ele teria de fazer. Topado, automaticamente o dinheiro é descontado pelo cartão de crédito. Cada motorista é transformado potencialmente num taxista ocasional. Esse tipo de invenção revela como uma parte da inteligência mundial está preocupada em ajudar a construir cidades que dependam menos de carros. Em São Paulo, já cresce um movimento dentro das empresas, também usando tecnologia de informação, para os empregados compartilharem o carro, oferecendo benefícios (leia mais aqui). Candidato sério à prefeitura deveria decretar que a era do automóvel particular dominando as cidades acabou. [link:http://portal.aprendiz.uol.com.br/2012/06/28/simples-e-genial/]
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Cidades Criativas: da teoria à prática”, de Ana Carla Fonseca Reis, publicado pela editora SESI-SP, em 2012 e com 236 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: SESI-SP
Páginas: 236
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8565025500
ISBN13: 9788565025508
Sobre a editora
Os livros da editora SESI-SP oferecem uma experiência de leitura que transita entre o rigor histórico e a imaginação criativa, com obras que exploram desde a observação detalhada da natureza até narrativas de aventura e fantasia. O catálogo revela um equilíbrio entre textos que valorizam a pesquisa, como ensaios sobre ciência e arte, e histórias que dialogam com o folclore, a cultura popular e a ficção científica. O tom varia do didático ao poético, com ritmo que ora convida à reflexão, ora à imersão em universos fantásticos, contemplando públicos interessados em temas culturais, sociais e artísticos. Há obras que privilegiam a narrativa visual, como quadrinhos e ilustrações, e outras que se apoiam no texto literário, muitas vezes com linguagem acessível e envolvente.
