
Título: Cidades do Amanhã
Autor: Peter Hall
Sinopse: "Cidades do Amanhã" é um relato seminal e sem paralelo da história do planejamento, na teoria e na prática, assim como dos problemas sociais e econômicos e das oportunidades a que dá ensejo. Dos projetos utópicos aos espaços depredados, o planejamento urbano no século XX gerou sonhos e pesadelos, que integram hoje o cotidiano de todas as grandes cidades. Partindo de ideologias anarquistas, implementadas de cima para baixo, arquitetos e planejadores defrontaram-se com interesses econômicos e políticos da realidade, com resultados que quase sempre desconsideravam os hábitos e necessidades da população para quem, em princípio, deveriam beneficiar. Peter Hall traça aqui, com britânico bom humor, um panorama abrangente e detalhado, transitando por entre obras literárias, projetos - abandonados ou históricos - e livretos exaltados e panfletários, levando-nos dos horrendos cortiços londrinos do século XIX à solidão geométrica e utópica de Brasília e nos oferece uma história global, crítica e sensível do planejamento urbano e do projeto através do século XX até o início deste século XXI.
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Cidades do Amanhã”, de Peter Hall, publicado pela editora Perspectiva, em 2016 e com 744 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: Perspectiva
Páginas: 744
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788527310529
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
