
Título: Cinco Lecciones Sobre Wagner
Autor: Slavoj Zizek
Sinopse: Durante más de un siglo, la música de Wagner ha sido objeto de un intenso debate entre filósofos, muchos de los cuales han atacado su entramado ideológico –según algunos, antisemita y reaccionario–. En este libro, sin duda una de las grandes aportaciones recientes al amplio corpus de bibliografía sobre el músico alemán, Alain Badiou, filósofo radical y entusiasta wagneriano, ofrece una lectura detallada de las respuestas críticas a la obra del compositor, entre las que se incluyen los escritos de Adorno y la cooptación por parte del nacionalsocialismo. Asimismo ofrece un nuevo y clarificador enfoque sobre el "caso Wagner", que remata con una penetrante interpretación de esa gran -y polémica- obra que es "Parsifal". El volumen, que se completa con un largo epílogo de Zizek, constituye un intento, escrito desde la pasión, de poner de manifiesto la relevancia de Wagner en el mundo contemporáneo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cinco Lecciones Sobre Wagner”, de Slavoj Zizek, publicado pela editora Akal, em 2005 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Akal
Páginas: 192
Ano: 2005
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788446037477
ISBN13: 9788446037477
Sobre a editora
Os livros da editora AKAL oferecem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, abordando temas como filosofia, história, religião e ciência. Através de narrativas que vão do ensaio crítico à divulgação científica, a editora privilegia obras que exploram questões fundamentais do pensamento humano, como a origem da vida, a evolução da consciência e os sistemas políticos. O tom varia entre o didático e o analítico, com textos que frequentemente propõem uma reflexão profunda sobre a cultura, a sociedade e o conhecimento, sem exigir prévio domínio do tema. O catálogo revela uma preferência por obras que dialogam com a tradição filosófica e histórica, mas também por aquelas que investigam fenômenos contemporâneos e culturais, como a iconografia religiosa e a produção artística.
