
Título: Cinema da terra viva: Contos
Autor: Henrique Morele
Sinopse: O cinema de temática indígena tem se consolidado como uma poderosa ferramenta de narrativa e resistência, ampliando olhares sobre mundos que sempre estiveram aqui, mas foram, portanto tempo, silenciados. Cinema da terra viva é uma coletânea de contos que nasce do encontro entre a literatura e a força desse cinema, recriando, na forja das palavras, paisagens, conflitos e espiritualidades. Cada conto desta obra dialoga com uma produção cinematográfica, mas não como mera adaptação ou resumo. São histórias que se desdobram em novas camadas, ecoando as vozes que atravessaram a tela e criando caminhos literários próprios, com linguagem desafiadora e envolvente, rítmica e imagética. Aqui, o leitor encontrará narrativas que transitam entre o onírico e o político, entre o passado ancestral e as urgências do presente, entre o metafórico e o real, entre o simbólico e o concreto, entre a ironia e a literalidade, entre a dureza da colonização e a beleza da resistência. Mais do que um tributo ao cinema de temática indígena, Cinema da terra viva é um convite: um chamado para olhar, ouvir e pensar, de forma crítica e sensível, as histórias que ainda precisam ser contadas e recontadas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cinema da terra viva: Contos”, de Henrique Morele, publicado pela editora Urutau, em 2025 e com 56 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Urutau
Páginas: 56
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788571051959
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Urutau revela um mergulho em textos densos, que transitam entre a poesia e a prosa, com forte presença de temas como a condição humana, relações afetivas complexas e a busca por sentidos em ambientes cotidianos ou simbólicos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tensões internas, seja na intimidade da vida familiar, na investigação de mistérios urbanos ou na reflexão sobre identidades e memórias. A linguagem costuma ser elaborada, ora poética e simbólica, ora marcada por uma crueza direta, convidando o leitor a uma leitura atenta e contemplativa. Há obras que dialogam com o corpo, o desejo e a palavra, enquanto outras se apoiam em personagens femininas que desafiam estereótipos e enfrentam conflitos profundos.
