
Título: Classes subalternas e assistência social
Autor: Carmelita Yazbek Maria
Sinopse: Estamos em tempo de ética. Final de século que confronta valores e estratégias com utopias, conquistas, desafios, acertos, enganos, dúvidas. Muito se tem estudado sobre a dominação e o dominador; todavia, pouco tem dito o dominado, o subalterno, sobre si mesmo, sua vida e sua condição. A reflexão de Maria Carmelita Yazbek vem colaborar para preencher esta lacuna. Mais que a fala, ela nos traz as representações dos subalternizados sobre sua subalternidade. Resgatam-se, assim, os antigos dilemas dos anos 60, da então chamada "cultura da pobreza" que até hoje embebe o pensamento brasileiro conservador e reduz o "povo" à acepção mais imediata e difusa de massas - sem sujeitos ou protagonistas -, cujo senso comum redunda no conformismo carmático expresso em frases tradicionais como: "nóis sofre porque Deus quer" ou "Deus é pai e vem nos acudir". Yazbek escancara o âmago da dignidade do pobre subalterno expresso no inconformismo conformado da subalternidade consentida. Aldaiza Sposati
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Classes subalternas e assistência social”, de Carmelita Yazbek Maria, publicado pela editora Cortez e em 2016, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Cortez
Páginas:
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt-br
ISBN: 8524925159
ISBN13: 9788524925153
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
