
Título: Clássicos Revisitados - Máfia
Autor: Alex Mir
Sinopse: Um Fausto mafioso que morreu e foi para o inferno. Mas um inferno bem diferente do que se pensa. Uma Dorothy que não lembra nada a pequena garotinha do Kansas em busca do Mágico de Oz. Um João e uma Maria que não estão perdidos na floresta, mas sim fugindo de gângsters. Dois Lobos Maus que, não por acaso, lembram uma certa dupla de bandidos que ficou conhecida pelo memorável diálogo do “royale with cheese”. Um João que, ao invés de escalar um pé-de-feijão, está em busca de uma poderosa arma futurista. Tudo isso é o que lhe espera nesse primeiro volume de Clássicos Revisitados, uma coleção que apresenta releituras de histórias clássicas da literatura mundial, sempre com um tema em comum entre elas. Prepare-se para deleitar-se num misto de nostalgia e novas emoções com estes personagens memoráveis que trarão para você contos de uma maneira nunca antes imaginada!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Clássicos Revisitados – Máfia”, de Alex Mir, publicado pela editora Quadrinhópole, em 2013 e com 94 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quadrinhópole
Páginas: 94
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8591528026
ISBN13: 9788591528028
Sobre a editora
Os livros da editora Quadrinhópole convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o urbano e o fantástico, com forte presença da cidade de Curitiba como cenário e personagem. O catálogo reúne histórias que misturam suspense, mistério e aventura, muitas vezes com um tom sombrio e uma abordagem contemporânea, como em relatos que tratam de temas sociais e cotidianos por meio do terror e da fantasia. Também são frequentes as releituras de clássicos da literatura, apresentando personagens conhecidos sob novas perspectivas e estilos visuais variados, que vão do quadrinho tradicional ao mangá. Essa diversidade cria um ritmo que alterna entre tensão e nostalgia, com histórias que podem ser tanto investigativas quanto satíricas.
