
Título: Cleopatra va in prigione
Autor: Claudia Durastanti
Sinopse: Ogni giovedì Caterina va a trovare Aurelio, il suo ragazzo, nel carcere di Rebibbia. Sono entrambi figli dell'estrema periferia romana, e in passato hanno provato a costruire un sogno insieme: gestire un night club. Ma le cose sono andate diversamente dai loro progetti e Caterina, ex ballerina di danza classica, si è ritrovata a lavorare come spogliarellista proprio nel locale di Aurelio. Adesso lui è in prigione, ed è convinto che lo abbiano incastrato. Come reagirebbe se sapesse che, una volta uscita di lì, la sua ragazza si infila tra le lenzuola del poliziotto che lo ha arrestato? Un romanzo duro, pieno di colpi di scena, ambientato in una Roma molto più vasta e sconosciuta di ciò che si potrebbe immaginare. Claudia Durastanti scatta una fotografia vivida e accorata della periferia urbana, il vero luogo dove in questi anni nascono le storie, e soprattutto racconta chi, nonostante le delusioni e i sogni infranti, continua a vivere e ad amare.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cleopatra va in prigione”, de Claudia Durastanti, publicado pela editora Minimum Fax, em 2016 e com 129 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Minimum Fax
Páginas: 129
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788875217457
ISBN13: 9788875217457
Sobre a editora
Os livros da editora Minimum Fax costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes imersos em conflitos íntimos e sociais. O catálogo privilegia histórias que exploram as tensões entre indivíduo e sociedade, seja por meio de relatos psicológicos, como no thriller que investiga a mente dos protagonistas, ou por meio de crônicas de vidas marcadas por desafios contemporâneos, como o impacto da depressão na sociedade atual. A linguagem tende a ser precisa e cuidadosa, ora carregada de ironia, ora meditativa, com ritmo que varia entre o contemplativo e o tenso. As sinopses sugerem obras que transitam entre o narrativo e o ensaístico, com textos que dialogam com temas como a criação artística, a memória, a marginalidade e as relações humanas em contextos urbanos ou históricos.
