
Título: Coisas da Cosa Nostra
Autor: Giovanni Falcone
Sinopse: Inimigo público número um da máfia italiana, o juiz Giovanni Falcone dedicou 11 anos de sua carreira ao combate à Cosa Nostra. Assassinado em 1992 pelo grupo mafioso, Falcone relata detalhes impressionantes do funcionamento da organização nesta coletânea de 20 entrevistas concedidas à jornalista Marcelle Padovani, em 1991. Transcritas em forma de texto corrido e reunidas por temas, as entrevistas dão um formato de relato autobiográfico ao lançamento e mostram por que a Cosa Nostra constituía um mundo racional e implacável, com leis mais duras do que as do Estado.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Coisas da Cosa Nostra”, de Giovanni Falcone, publicado pela editora Rocco, em 2012 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Rocco
Páginas: 192
Ano: 2012
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532527620
ISBN13: 9788532527622
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,402
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
