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colecionador de perdas

Título: colecionador de perdas

Autor: Héber Luciano

Sinopse: “chegando à vida adulta / percebeu que, na verdade, / em vez de acumular bens, / acumulava perdas… / quanto mais velho ficava, / maior se tornava a coleção de perdas, / aglomeradas num quartinho da memória / que se revelava cada vez mais estreito / para tantos suvenires.” Mais que uma antologia poética, "colecionador de perdas" é um ensaio sobre a alma humana. Com uma linguagem simples e mordaz, sem eufemismos, os textos enfocam questões psicológicas e emocionais. A melancolia e o niilismo permeiam os poemas, que também apresentam frases impactantes — como diamantes pequenos e afiados: “não adianta se agarrar ao passado. / você se apega a esse amor como quem / carrega o cadáver de um passarinho, /esperando que ele volte a cantar.” Nesta antologia, cada texto é um universo particular que acaba e começa em si mesmo. Influenciados por autores como Raymond Carver, Wislawa Szymborska e Carlos Drummond de Andrade, alguns poemas se assemelham a crônicas e contos quebrados em versos Em suma, "colecionador de perdas" retrata a alma humana, com suas minúcias e contradições, desde a superfície luminosa até o âmago sombrio.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “colecionador de perdas”, de Héber Luciano, publicado pela editora Editora Urutau, em 2023 e com 132 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Editora Urutau

Páginas: 132

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6559005135

ISBN13: 9786559005130

    Sobre a editora

    Os livros da editora Editora Urutau convidam a uma leitura que atravessa intensas reflexões sobre identidade, corpo e subjetividade, com uma atenção marcada à singularidade dos sujeitos e suas experiências. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o íntimo, o desejo e as tensões entre o eu e o social, muitas vezes em diálogo com questões de gênero, sexualidade e poder. A poesia aparece como uma voz potente, ora crítica e contestadora, ora imersa em imagens sensoriais e filosóficas, enquanto a prosa se detém em personagens femininas complexas e em tramas que misturam fantasia e realidade. Há obras que se debruçam sobre o corpo em suas múltiplas formas e relações, incluindo perspectivas trans e LGBTQIA+, e outras que propõem debates epistemológicos e políticos a partir do campo da psicanálise e dos estudos queer. O tom geral varia entre o denso e o lírico, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, conforme o tema e o formato.

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