
Título: Como Fazer Tradução
Autor: Geir Campos
Sinopse: Há quem pense que uma tradução deve corresponder às palavras do original, enquanto para outros ela deve corresponder às idéias do original; para alguns a tradução deve ler-se como uma obra do tempo em que foi o escrito original, enquanto para outros uma tradução deve ser lida como se o texto fosse originalmente produzido na época em que é traduzido; há pessoas para as quais o estilo da tradução deve ser o do autor, e outras para as quais o estilo há de ser o do tradutor; alguns admitem, e até acham bom, que o tradutor omita certas coisas ou acrescente outras, mas outros considerão uma espécie de pecado mortal a omissão ou o acréscimo do que quer que seja numa tradução; e alguns defendem a idéia de que uma boa tradução de qualquer texto em verso só pode ser feita em verso, ao passo que outros preferem que um texto originalmente versificado seja traduzido em prosa corrente... E por aí vão as opiniões de uns e outros, uns a favor, outros contra; mas o fato é que, mesmo as pessoas mais acirradamente contrárias à tradução, acabam recorrendo a ela.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como Fazer Tradução”, de Geir Campos, publicado pela editora Vozes, em 1986 e com 70 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vozes
Páginas: 70
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Vozes convidam o leitor a um contato profundo com temas que transitam entre o espiritual, o educacional e o filosófico, frequentemente com uma abordagem reflexiva e didática. A experiência de leitura é marcada por textos que ora se apresentam como instrumentos práticos — como manuais para projetos ou guias para catequese — ora se aprofundam em análises filosóficas e sociológicas, revelando um tom sério e contemplativo. Muitas obras exploram a dimensão da fé, da mística e da oração, enquanto outras investigam questões da psicologia, pedagogia e ética, oferecendo uma diversidade que, apesar de ampla, mantém um foco na formação do indivíduo e da comunidade. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, como memórias e parábolas, e textos de caráter mais informativo e teórico, com linguagem acessível e estruturada para diferentes públicos, desde estudantes até leitores interessados em espiritualidade e ciências humanas.
