
Título: Como Funciona a Ficção
Autor: James Wood
Sinopse: Notabilizado por seus ensaios na revista The New Yorker e professor de crítica literária na Universidade de Harvard, Wood aborda, numa prosa inteligente e aguçada, os mecanismos, procedimentos e efeitos da construção narrativa. A representação do real na Literatura é o eixo central de Wood, que questiona os limites entre artifício e verossimilhança na ficção. Em dez capítulos, elementos fundamentais do texto ficcional são discutidos pelo autor: o personagem, o foco narrativo , o estilo. A partir de vasto e diversificado repertório literário - de Henry James e Flaubert, de Tchékhov e Nabókov a Beatrix Potter e John le Carré -, este livro "perspicaz e cheio de achados", nas palavras de Milton Hatoum, traz análises reveladoras e acessíveis mesmo àqueles que desconhecem os rudimentos da crítica literária. Referência fundamental para escritores em formação, professores de Literatura, e todos que se interessam pelo mundo das letras.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Como Funciona a Ficção”, de James Wood, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2017 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 232
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8550404810
ISBN13: 9788550404813
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,370
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 14,20
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
