
Título: Como Não Fazer Uma Tese
Autor: Clovis Ultramari
Sinopse: Este livro, inicialmente, fora escrito ao candidato em início de sua pesquisa de doutoramento. Após leitura de pareceristas das editoras, concluiu-se que seria também do interesse do orientador. Seus capítulos escrutinam as principais fases da elaboração de uma tese. Inicia com a escolha do tema de pesquisa e do orientador e avança até a sessão da defesa. Clovis Ultramari escreve seu livro com quatro grandes características que lhe garantem uma singularidade prazerosa: 1. Serve-se, o tempo todo, de referências a outros autores, garantindo uma grande riqueza de campos de conhecimento diversos. 2. Resgata de sua memória um brilhante acervo literário para reforçar sua crença na importância da boa escrita. 3. Afasta-se, explicitamente, do modelo de manuais ou de diretrizes que se propõem a guiar o candidato passo a passo. 4. Insiste, veementemente, que devemos buscar prazer no trabalho de pesquisador, no do candidato a doutor e na relação entre eles. O estilo que Clovis Ultramari utiliza é irônico, divertido, algumas vezes, como ele mesmo diz, "cínico”. Com isso, garante que a leitura desse livro não seja mais um "fardo” de compromisso de leitura a fazer, mas sim um passatempo muito útil.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como Não Fazer Uma Tese”, de Clovis Ultramari, publicado pela editora PUCPRess, em 2017 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: PUCPRess
Páginas: 240
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora PUCPRESS costumam oferecer uma leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, privilegiando temas ligados à educação, filosofia, psicologia e ciências sociais. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões profundas sobre processos de aprendizagem, subjetividade e relações humanas, com textos que transitam entre o didático e o ensaístico. O catálogo sugere obras que dialogam com a prática pedagógica e a investigação científica, muitas vezes ancoradas em perspectivas transdisciplinares e psicossociais. Há um equilíbrio entre abordagens teóricas densas e narrativas que valorizam a dimensão humana, como o papel da afetividade na educação infantil ou a construção da subjetividade.
