
Título: Como Nasce o Novo
Autor: Marcos Nobre
Sinopse: Um mergulho de fôlego num dos textos mais desafiadores da história da filosofia. A Fenomenologia do espírito, livro da juventude de G.W.F. Hegel (1770-1831), costuma ser lido à luz da obra posterior do filósofo alemão. Decidido a pôr em xeque esse enfoque, Marcos Nobre mostra que a obra contém em si mesma um modelo filosófico. Escrevendo em meio à invasão da Prússia pelas tropas de Napoleão, e assistindo ao colapso do Ancien Régime, Hegel se lançou a sondar o hiato entre o velho e o novo, percorrendo o caminho do qual faria emergir uma filosofia que estivesse à altura da ordem social que nascia. Como nasce o novo é um monumental trabalho de re?exão interessado acima de tudo em se pôr em dia com os ritmos da sociedade contemporânea e dos movimentos coletivos guiados pelos ideais de emancipação e igualdade.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Como Nasce o Novo”, de Marcos Nobre, publicado pela editora Todavia, em 2018 e com 344 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Todavia
Páginas: 344
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593828582
ISBN13: 9788593828584
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,570
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,70
- Espessura (cm): 2,10
Sobre a editora
Os livros da editora Todavia costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a crônica social, o romance intimista e o ensaio político. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em contextos históricos e culturais complexos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais em meio a tensões sociais ou políticas. O tom varia entre o sóbrio e o irônico, com uma linguagem que ora é direta e clara, ora poética e reflexiva, convidando o leitor a uma reflexão crítica sobre temas como memória, identidade, violência e desigualdade. O catálogo revela uma preocupação constante com a representação de vozes marginalizadas ou pouco conhecidas, seja por meio de relatos de resistência, seja pelo exame das estruturas sociais que moldam essas vidas.
