
Título: Como o senso comum compreende a filosofia
Autor: Jean Marie Lardic
Sinopse: o filósofo surpreende o homem comum ao que rer compreender o mundo no qual este se contenta em viver .Porém, quando ele diz, além disso, que é preciso compreender tudo ou compreender o Todo, o entendimento limitado fica escandalizado e não pode suportar tal pretensão.o debate tem por objeto a contingência, o que é, mas que poderia também não ser, e logo não será mais. Onde está a razão de ser do que não é senão razão? Os exemplos podem ser facilmente evocados para se zombar do filósofo, e o senso comum fica nisso.Um de seus porta-vozes,chamado Krug, lançou assim um desafio à filosofia idealista: que deduza, pois, a pena com a qual escreve!Hegel aceita o desafio e mostra a inanidade dos pedidos de um certo "senso comum", que não passa, na verdade, de vulgar. Mas para além da anedota, anuncia-se um pensamento,provavelmente o único, que pode compreender a contingência em toda sua radicalidade, ao dar lugar em si ao Outro de si mesmo. Assim é a dialética, a da contingência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como o senso comum compreende a filosofia”, de Jean Marie Lardic, publicado pela editora Paz e terra, em 1995 e com 125 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paz e terra
Páginas: 125
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.
