
Título: Comunicação e educação: dinâmicas midiáticas e cenários escolares
Autor: Adilson Citelli
Sinopse: A entrada das tecnologias na escola é tema de análise e reflexão deste sétimo volume da série Comunicação e Educação. A pesquisa aqui relatada, produzida pelo Grupo de Pesquisa Mediações Educomunicativas (MECOM), da ECA-USP-CNPq, mostra que a presença do celular, dos computadores, da internet é algo objetivo no cotidiano da maioria dos professores e professoras, alunos e alunas. Isto requisita da cultura, digamos, tradicional da escola, uma nova forma de relacionamento com as técnicas e estratégias para incorporá-las aos andamentos didático-pedagógicos. Não cabe pensar as tecnologias de modo instrumental e sim como mediadoras da aprendizagem. Esperamos que os dados e reflexões aqui ensejados tragam contributo visando a repensar a educação básica formal, tendo em mira os desafios e possibilidades oferecidos pelos processos comunicacionais.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Comunicação e educação: dinâmicas midiáticas e cenários escolares”, de Adilson Citelli, publicado pela editora SciELO, em 2021 e com 238 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SciELO
Páginas: 238
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Scielo oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente explorando temas ligados às ciências humanas, sociais e da saúde. As obras costumam apresentar análises detalhadas de contextos sociais, culturais e profissionais, com foco em estudos de casos, pesquisas empíricas e reflexões críticas. O tom varia entre o informativo e o reflexivo, privilegiando uma linguagem que dialoga tanto com leitores especializados quanto com públicos interessados em compreender questões contemporâneas. O catálogo revela um equilíbrio entre abordagens mais narrativas, como relatos históricos e etnográficos, e textos mais analíticos, que problematizam práticas e políticas públicas.
