
Título: Concerto no Fim do Inverno
Autor: Ismail Kadaré
Sinopse: Este Concerto é um romance de intriga e suspense, assim como Os irmãos Karamazov é em certo sentido um policial e Grande sertão: veredas, uma história de guerra. Mas basta arranhar sua superfície para penetrar na profundidade vertiginosa das grandes obras de arte. Concerto no fim do inverno é a mais recente obra de um romancista, que fez com que Marguerite Yourcenar afirmasse: "a literatura albanesa hoje é bem maior que a francesa". Ismail Kadaré, miúdo, grossos óculos, nascido numa cidade tão cheia de ladeiras que "os bêbados ao tropeçarem caem nos telhados", auto-exilado em Paris desde 1990, é comparado pela crítica européia a Homero, Shakespeare, Tolstoi...A trama salta da China, abalada pela agonia de Mao Tse-tung, para Paris, atravessando a vastidão dos céus ou detendo-se numa estação de escuta no Pólo Norte, onde um espião enlouquece aos poucos. Mas seu epicentro é a pequenina, milenar e rebelde Albânia dos anos 70, que rompe com a China em nome da pureza socialista.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Concerto no Fim do Inverno”, de Ismail Kadaré, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1991 e com 440 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 440
Ano: 1991
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571641668
ISBN13: 9788571641662
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,478
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
