
Título: Conexão Nova York
Autor: Luiz Antonio Aguiar
Sinopse: Uma ousada ação criminosa, num dos maiores e mais visitados museus do mundo, resulta no roubo de uma misteriosa relíquia arqueológica, que pode estar relacionada a um dos mais célebres personagens do mundo antigo. Dôda está visitando a cidade. Sem saber o que está acontecendo, de repente se vê envolvida no episódio e passa a sofrer a perseguição de uma organização criminosa internacional. Uma história na qual tudo, ao mesmo tempo, é suspeito, pista, jogo de cena, disfarce, ilusão. Nada é o que parece, tudo é aventura e ação! Nova York é uma cidade e é também o mundo inteiro. Carinhosamente, muitos, inclusive quem mora lá, chamam-na de Big Apple, a Grande Maçã. Isso porque andar por aquelas ruas é uma tentação... de provar seus sabores e surpresas. Mas, naquelas avenidas, há perigos. A cidade que nunca dorme nem sempre se deixa morder, e pode até mesmo devorar quem se deixar fascinar por ela.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Conexão Nova York”, de Luiz Antonio Aguiar, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2016 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 224
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8550401846
ISBN13: 9788550401843
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,255
- Altura (cm): 18,90
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
