
Título: Confissões de Um Vira-Lata
Autor: Orígenes Lessa
Sinopse: Em Confissões de um vira-lata, o consagrado escritor Orígenes Lessa, de forma dinâmica e bem-humorada, cria uma história em que o comportamento humano, visto sob a perspectiva de um cachorro, é avaliado. Por isso a narrativa, em primeira pessoa, tem como narrador-personagem um cão inteligente, crítico e perspicaz, de doze a quatorze anos, crescido nas ruas, sem nome e sem dono. Ao contar suas aventuras e desventuras e expor seus sentimentos, desejos e emoções – solidão, amor, solidariedade, afeto, entre outros -, fica constantemente indignado com atitude e ações dos homens em relação ao próprio homem e aos animais. Essa mania de chamar de cachorro ao que há de pior no mundo humano foi sempre, para mim, um osso no gogó. Há cães que não ligam. Ouvem com indiferença o baixo insulto. Outros, infelizmente “comprados” pelo íntimo convívio com os homens, preferem não reagir. Acham mais negócio manter boas relações com exemplares dessa raça que lhes asseguram restos de comida e outras concessões que nos aviltam.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Confissões de Um Vira-Lata”, de Orígenes Lessa, publicado pela editora Global Editora, em 2012 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Global Editora
Páginas: 104
Ano: 2012
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526016865
ISBN13: 9788526016866
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
