
Título: Conservadorismo
Autor: Oakeshott Michael
Sinopse: O racionalismo na política, as massas na democracia representativa e Ser Conservador, pela primeira vez reunidos em um único livro para o público brasileiro, podem ser considerados como a melhor introdução ao pensamento do grande filósofo conservador Michael Oakeshott. Os três ensaios são reflexões claras e instigantes sobre aspectos do complexo mundo político e de seus atores e conceitos. Em uma analogia tomada de empréstimo do Marquês de Halifax, figura a qual Oakeshott admirava profundamente, o Estado seria um navio que não saía de nenhum porto, nem se dirigia a lugar algum, o trabalho era unicamente equilibrá-lo em um mar instável e imprevisível. A priori tal posição pode parecer de um niilismo blasé, mas ao seguirmos a leitura dos ensaios selecionados fica claro o raciocínio lúcido e sofisticado que levou o filósofo inglês a ser um dos mais lidos em seu país. Leitura mais que necessária para tempos de polarização política. André Bezamat
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Conservadorismo”, de Oakeshott Michael, publicado pela editora Editora Âyiné, em 2016 e com 194 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Âyiné
Páginas: 194
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592649080
ISBN13: 9788592649081
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 15,00
- Largura (cm): 10,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Âyiné convidam a uma imersão em temas densos e variados, com narrativas que transitam entre o ensaio, a crônica e a reflexão filosófica. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram histórias pessoais e coletivas, frequentemente em contextos históricos e culturais complexos, como a Ásia Central pós-soviética ou a memória da guerra e da migração. O tom costuma ser sóbrio, com linguagem precisa e ritmo que privilegia a contemplação e o aprofundamento, sem pressa, mesmo quando o tema é intenso ou político. O catálogo sugere um interesse por abordagens que combinam rigor intelectual com uma sensibilidade literária, incluindo relatos autobiográficos, análises culturais e reflexões poéticas. Em alguns casos, há um diálogo entre passado e presente, entre memória e identidade, que se manifesta em textos que mesclam narrativa e ensaio.
