
Título: Constance: ou Práticas Solitárias
Autor: Lawrence Durrell
Sinopse: No cenário definitivamente marcado pela guerra, O embate entre o racional e o instintivo, entre visões de mundo particulares, trava-se em "Constance" com desfechos acima de tudo coerentes. Qual seria, afinal, o destino da estranha (e talvez perversa) Lívia? Afastada do grupo, junta-se aos nazistas, para reaparecer na carne de seu desengano, destruída e condenada. Para Sam, o inculto guerreiro, o final ele previa para si mesmo, porém, sem glória, fruto de um equívoco. O mesmo equívoco que confia Aubrey Blanford, o pernóstico egresso de Oxford, uma cadeira de rosas, de onde passa a conviver diretamente com sua criatura, Robin Sutcliffe, ficção que se transpõem à realidade, num confronto corpo a corpo com seu criador.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Constance: ou Práticas Solitárias”, de Lawrence Durrell, publicado pela editora Estação Liberdade, em 1990 e com 444 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 444
Ano: 1990
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
