
Título: Construindo a Liberdade - As aventuras de Tintin
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Procurado pela polícia e traído por aqueles em que mais confiava, Tintin reencontra seu velho amigo Capitão Haddock para tentar reconstruir sua vida no Brasil. Mas o mundo não é uma história de Hergé, e o ordeiro e civilizado Tintin utilizará as armas disponíveis contra a sua exploração e a de seus amigos: greve, sabotagem e insurreição. E uma sociedade até então sufocada explode, por todos os lados em gritos de liberdade que unidos colocarão em risco o estado e até o próprio capitalismo. Construindo a Liberdade é uma paródia anarquista dos quadrinhos da série Tintin do belga Hergé, cuja postura racista e colonialista em seus quadrinhos foi várias vezes explicitada por leitoras/es e intelectuais. A publicação original foi escrita sob pseudônimo de J. S. Daniels e publicado pela Atack International em abril de 1988 com o título de Breaking Free, adaptada e publicada em grande estilo pela Editora Deriva.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Construindo a Liberdade – As aventuras de Tintin”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Deriva, em 2009 e com 170 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Deriva
Páginas: 170
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Deriva convidam a uma leitura que transita entre o pensamento crítico e a sensibilidade política, frequentemente explorando temas como autonomia, rebelião e transformações sociais. O catálogo revela obras que misturam ensaio filosófico, relatos militantes e narrativas que desafiam estruturas de poder, com um tom que varia entre o didático e o poético. As histórias e reflexões costumam dialogar com contextos históricos e geográficos específicos, como movimentos sociais e lutas por territórios, criando um clima de tensão entre teoria e prática. A linguagem, por vezes densa, convida o leitor a um envolvimento ativo, seja na compreensão de conceitos complexos ou na imersão em relatos simbólicos e metafóricos. Em Deriva, o ritmo das obras pode oscilar entre o mais reflexivo e o mais urgente, atendendo a leitores interessados em debates sobre política, cultura e resistência.
