
Título: Contra as Eleicoes
Autor: Reybrouck Van
Sinopse: As últimas eleições têm confirmado o auge de populismos baseados no medo e na desconfiança generalizada das elites. As eleições tornaram-se concursos de popularidade em vez de serem um debate racional de propostas. Como explica este livro brilhante, o objetivo inicial das eleições foi excluir as pessoas do poder selecionando uma elite para governá-las. Na verdade, durante a maior parte dos 3.000 anos de história da democracia, as eleições não existiam, e os cargos eram repartidos usando uma combinação de sorteios e voluntários que se ofereciam. A partir de estudos e exemplos de todo o mundo, este manifesto influente e radical apresenta uma proposta real para uma verdadeira democracia, uma democracia que realmente funcione. Urgente, heterodoxo e extremamente persuasivo, Contra as eleições deixa apenas uma pergunta a ser respondida: "O que estamos esperando?". "A eleição de nossos governantes com o voto popular não logrou em um autêntico governo democrático: esse parece ser o veredicto da história que se desenrola diante de nossos olhos...Talvez tenha chegado o tempo para essa idéia." —J.M. Coetzee
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Contra as Eleicoes”, de Reybrouck Van, publicado pela editora Editora Âyiné, em 2017 e com 308 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Âyiné
Páginas: 308
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592649285
ISBN13: 9788592649289
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,235
- Altura (cm): 15,00
- Largura (cm): 10,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Âyiné convidam a uma imersão em temas densos e variados, com narrativas que transitam entre o ensaio, a crônica e a reflexão filosófica. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram histórias pessoais e coletivas, frequentemente em contextos históricos e culturais complexos, como a Ásia Central pós-soviética ou a memória da guerra e da migração. O tom costuma ser sóbrio, com linguagem precisa e ritmo que privilegia a contemplação e o aprofundamento, sem pressa, mesmo quando o tema é intenso ou político. O catálogo sugere um interesse por abordagens que combinam rigor intelectual com uma sensibilidade literária, incluindo relatos autobiográficos, análises culturais e reflexões poéticas. Em alguns casos, há um diálogo entre passado e presente, entre memória e identidade, que se manifesta em textos que mesclam narrativa e ensaio.
