
Título: Cores de Indochina
Autor: Marcos Torres
Sinopse: A literatura tem asas,mas não tem fronteiras. [....] A uma cultura tão pouco familiar ao Ocidente, nós leitores conseguimos nos transportar ao universo do protagonista Thoth Zehuti, um filósofo e professor deslocado no mundo, um andarilho errante dotado de certa misantropia que vagueiacomo um moribundo, na esperança de encontrar uma melhor disposição para enxergar a vida, ou um lugar para chamar de pátria e sobreviver com o mínimo necessário.... Assim, ele se dirige para o Vietnã, Camboja e Tailândia, atraído pelos contrastes dessa cultura milenar: uma natureza tão exuberante,com seu povo historicamente reprimido e sofrido. [...] A narrativa entrelaçada com micro-histórias e micronarrativas, em meio a um enredo costurado com dores e perdas, memória e esperança, nos descortina o cenário de uma cultura ímpar, além de nos causar inquietação e nos fazer refletir sobre o destino da humanidade em vários aspectos: político, religioso, ideológico, cultural. Uma leitura envolvente, que com sua narrativa não linear, nos faz perceber que “a vida nem sempre é uma sequência cronológica de eventos e acontecimentos, tal como queremos”, como sinaliza Thoth. Boa viagem!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cores de Indochina”, de Marcos Torres, publicado pela editora Editora Penalux, em 2018 e com 226 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 226
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558334556
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
