
Título: Corvos e Maltrapilhos: Poemas Ácidos
Autor: Marcos Torres
Sinopse: Corvos e Maltrapilhos – Poemas Ácidos é composto de poemas ácidos que deixam uma cratera em nosso mundo conturbado, maltrapilho e esquálido, cujo abutre espera pacientemente para devorar sua carne e saborear seus detritos. Este livro é pura acidez, que busca de alguma maneira resgatar o sujeito “pós-humano e o pouco de humanidade que ainda lhe resta. Não se trata de apresentar uma mera dualidade entre forças opostas. O uso do termo ‘corvo’ que representa o animal da natureza que vive por puro instinto não é para qualificar o animal, é sim para apresentar o contexto de podridão e seus detritos em que o sujeito pós-humano está mergulhado neste mar de carnificina, enquanto maltrapilhos e esquálidos morrem a conta gotas do outro lado da rua deitado numa marquise como um deus molambo no meio do nada num lugar sem endereço.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Corvos e Maltrapilhos: Poemas Ácidos”, de Marcos Torres, publicado pela editora Penalux, em 2015 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penalux
Páginas: 136
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788569033776
Sobre a editora
Os livros da editora Penalux costumam mergulhar em universos literários densos e variados, onde a poesia e a prosa poética se destacam pela sutileza e pela força expressiva. O catálogo apresenta narrativas que exploram temas como o amor em suas múltiplas facetas — da paixão à melancolia, passando por conflitos familiares e dilemas existenciais —, sempre com um tom que varia entre a introspecção lírica e o realismo cru. A linguagem frequentemente se mostra elaborada, com atenção ao ritmo e à construção cuidadosa das palavras, criando atmosferas que evocam tanto a delicadeza quanto a complexidade das emoções humanas. Há obras que se aproximam do ensaio e da crônica, outras que se estruturam em contos breves com unidade temática, revelando uma diversidade que vai do íntimo ao social, do cotidiano ao fantástico. Essa variedade convida o leitor a uma experiência de leitura que pode ser tanto meditativa quanto provocativa, com nuances que oscilam entre o humor irônico e a reflexão profunda.
