
Título: Corpo sem cabeca - O tipografo-editor e a Petalogica
Autor: Martins Guimarães
Sinopse: Todos são mais ou menos petalógicos: são petalógicos os ministros de estado que enganam as câmaras, e os membros das câmaras, que enganam ao povo; é petalógico o senado da câmara municipal que ilude a cidade com magníficas posturas, que ficam sempre goradas; são petalógicos os jornalistas, que inventam novidades para os seus leitores; e petalógicos são os homens solteiros, que zombam das namoradas; os casados que atraiçoam as esposas e os viúvos que esquecem os juramentos feitos às defuntas: são petalógicos os empresários e os atores, os poetas e os prosadores, os gerentes de companhias, os advogados, os diretores dos colégios, os tutores, os mestres, os discípulos, os empregados públicos, e todos os que andam de calças que vivem enganando o mundo e, o que é mais, até muitos padres, que parecem querer enganar a Deus.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Corpo sem cabeca – O tipografo-editor e a Petalogica”, de Martins Guimarães, publicado pela editora Editora UFMG, em 2018 e com 429 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Editora UFMG
Páginas: 429
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8542302419
ISBN13: 9788542302417
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,500
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora UFMG convidam o leitor a uma imersão em temas que transitam entre o pensamento crítico, a história e as ciências sociais, com uma forte presença da filosofia e da reflexão cultural. A experiência de leitura costuma ser densa, com obras que exploram desde análises filosóficas profundas até estudos sobre questões sociais contemporâneas, como política, educação e cultura. O catálogo revela um interesse por textos que dialogam com o presente, abordando desde as tradições literárias e artísticas até os desafios das tecnologias e das transformações sociais. O tom das obras varia entre o analítico e o ensaístico, com narrativas que privilegiam a reflexão cuidadosa e o debate conceitual.
