
Título: Os Cinco Paradoxos da Modernidade
Autor: Compagnon Antoine
Sinopse: Para Compagnon, a história da arte moderna começa com os românticos e termina com o movimento pós-modernista. Segundo ele, é impossível ser pós-modernista, porque o moderno é o recente, o atual, o agora. A modernidade é um projeto burguês, para todos os feitos, e a pós-modernidade é a decadência desse projeto. O pós-moderno é a cura da superstição do novo, um movimento antimoderno, pré-moderno ou ultramoderno?A pós-modernidade é uma releitura da arte clássica e das vanguardas do princípio do século. Mas, ressalta o autor, o pós-modernismo também insurge contra o purismo geométrico, “rompe com o estilo funcional internacional e reivindica o direito ao ecletismo, ao localismo e à reminiscência”. Ele adverte, ainda, para o erro frequentemente cometido de tomarmos como sinônimas as noções de vanguarda e modernidade.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Os Cinco Paradoxos da Modernidade”, de Compagnon Antoine, publicado pela editora Editora UFMG, em 2014 e com 283 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora UFMG
Páginas: 283
Ano: 2014
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8570418345
ISBN13: 9788570418340
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,260
- Altura (cm): 22,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora UFMG convidam o leitor a uma imersão em temas que transitam entre o pensamento crítico, a história e as ciências sociais, com uma forte presença da filosofia e da reflexão cultural. A experiência de leitura costuma ser densa, com obras que exploram desde análises filosóficas profundas até estudos sobre questões sociais contemporâneas, como política, educação e cultura. O catálogo revela um interesse por textos que dialogam com o presente, abordando desde as tradições literárias e artísticas até os desafios das tecnologias e das transformações sociais. O tom das obras varia entre o analítico e o ensaístico, com narrativas que privilegiam a reflexão cuidadosa e o debate conceitual.
