
Título: Crimes conjugais
Autor: Fernando Bonassi
Sinopse: O detetive paulistano Giuliano é especialista em casos conjugais e lida com o insólito todo dia: escutas em motéis, fotos comprometedoras, telefones grampeados. Relações degringoladas são seu instrumento de trabalho. Até que surge um novo caso. E Giuliano vai se surpreendendo com o que descobre. Mesmo em sua estranha profissão, tamanha sordidez não é habitual. Descobriu algo grotesco e agora, sua vida está em risco. Fernando Bonassi é cineasta, roteirista, escritor, premiado em todas essas atividades, no Brasil e no exterior. Autor de livros como "O Amor em Chamas" (contos), "Subúrbio" (romance), "Crimes Conjugais" (novela) e "Um Céu de Estrelas" (romance) - que foi adaptado para o cinema em 1995, com direção de Tata Amaral. Entre seus roteiros mais famosos, estão "Os Matadores", "Castelo ra tim bum" e "Sonhos Tropicais". Cineasta, Bonassi dirigiu os curtas "Os Circuitos do Olhar", "Faça Você Mesmo", "O Amor Materno" e "O Trabalho dos Homens". Trabalhou na adaptação para o cinema do livro "Estação Carandiru", de Drauzio Varella, e na adaptação teatral do texto bíblico do "Apocalipse".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Crimes conjugais”, de Fernando Bonassi, publicado pela editora Scritta, em 1994 e com 271 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Scritta
Páginas: 271
Ano: 1994
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585328886
ISBN13: 9788585328887
Sobre a editora
Os livros da editora Scritta costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor histórico e literário, com narrativas que transitam entre o ensaístico e o ficcional. O catálogo sugere um interesse por temas que envolvem momentos históricos marcantes, como a ocupação nazista na França e revoluções políticas, mas também se abre para abordagens culturais e artísticas, como o cinema e a crônica jornalística. O tom varia entre o denso e reflexivo, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente, dependendo do foco do livro. Há obras que exploram debates sociais e políticos intensos, enquanto outras privilegiam a sensibilidade literária e a construção de atmosferas. Em geral, a Scritta parece dialogar com leitores que apreciam textos com profundidade analítica e narrativa cuidadosa.
