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A Arte de Brincar

Título: A Arte de Brincar

Autor: Adriana Friedmann

Sinopse: Amarelinha, bola atrás, bola de gude, balança-caixão, duro ou mole, a canoa virou, pau de sebo, futebol de botão, queimada, ciranda, vaca amarela. Em "A Arte de Brincar" você que é criança, pai, mãe ou educador encontrará brincadeiras de pique, de correr, de pular, jogos de coordenação e destreza, corridas, brincadeiras de roda, pegas, jogos de adivinhar e inúmeros outros. E o melhor é que você pode brincar a qualquer hora, dentro ou fora de casa, com crianças, adolescentes ou adultos -e, na maior parte das vezes, sem brinquedo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Arte de Brincar”, de Adriana Friedmann, publicado pela editora Scritta, em 1998 e com 185 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Scritta

Páginas: 185

Ano: 1998

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8573200227

ISBN13: 9788573200225

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Adriana Friedmann conduz a um mergulho atento nas múltiplas dimensões da infância, com um olhar que combina rigor e sensibilidade. O ritmo é contemplativo, convidando o leitor a refletir sobre o papel do brincar, da cultura e da educação na formação das crianças. A prosa privilegia a clareza e o diálogo, evitando complexidades desnecessárias, mas sem perder a profundidade das questões abordadas. Há uma tensão constante entre o reconhecimento das crianças como sujeitos ativos e a necessidade de repensar práticas educativas e sociais. A experiência é marcada por uma construção cuidadosa que valoriza tanto o aspecto lúdico quanto o intelectual, sempre com foco na escuta e no respeito às diversas infâncias.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Scritta costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor histórico e literário, com narrativas que transitam entre o ensaístico e o ficcional. O catálogo sugere um interesse por temas que envolvem momentos históricos marcantes, como a ocupação nazista na França e revoluções políticas, mas também se abre para abordagens culturais e artísticas, como o cinema e a crônica jornalística. O tom varia entre o denso e reflexivo, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente, dependendo do foco do livro. Há obras que exploram debates sociais e políticos intensos, enquanto outras privilegiam a sensibilidade literária e a construção de atmosferas. Em geral, a Scritta parece dialogar com leitores que apreciam textos com profundidade analítica e narrativa cuidadosa.

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