
Título: Crítica de La Razón Práctica
Autor: Emmanuel Kant
Sinopse: El hecho de que todas las teorías morales contemporáneas continúen dialogando aún hoy con las premisas y planteamientos formulados por Immanuel Kant (1724-1804) permite hablar, en la historia de la ética, de un antes y un después del filósofo de Königsberg, cesura que viene marcada por el carácter de punto de inflexión que, para la filosofía moral, representa su formalismo ético. En este sentido, cabe calificar la "Crítica de la razón práctica" (1788) -uno de los textos kantianos capitales- como una verdadera "biblia" por lo que atañe al pensamiento moral de la modernidad. La presente edición, a cargo de Roberto R. Aramayo, une al depurado rigor de la traducción y las notas unos útiles índices que contribuyen al manejo y estudio de la obra, así como una cronología que la sitúa en su adecuado contexto. Acabamento: Paperback. Peso: 400g. Dimensões: 18 x 12 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Crítica de La Razón Práctica”, de Emmanuel Kant, publicado pela editora Alianza Editorial, em 2013 e com 392 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Alianza Editorial
Páginas: 392
Ano: 2013
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Espanhol
ISBN:
ISBN13: 9788420676111
Sobre a editora
Os livros da editora Alianza Editorial oferecem uma experiência de leitura marcada pela densidade literária e pelo diálogo entre tradição e inovação. O catálogo privilegia narrativas que exploram conflitos humanos profundos, como dilemas morais, identitários e existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou culturais específicos, como o Japão do século XX ou a Europa moderna. Há uma atenção especial a obras que combinam rigor intelectual com um tom reflexivo e, por vezes, crítico, seja na forma de ensaios que desconstroem preconceitos, seja em romances que mesclam realismo e elementos fantásticos. O ritmo das obras varia entre o mais contemplativo e o mais tenso, com personagens complexos que enfrentam desafios internos e externos em narrativas que estimulam a reflexão.
