
Título: La Critique de la Faculté de Juger
Autor: Emmanuel Kant
Sinopse: « La faculté de juger, qui dans l’ordre de nos facultés de connaître, constitue un terme intermédiaire entre l’entendement et la raison, possède-t-elle aussi, considérée en elle-même, des principes a priori; ceux-ci sont-ils constitutifs ou simplement régulateurs (n’indiquant pas ainsi de domaine propre); donne-t-elle a priori une règle au sentiment de plaisir et de peine, en tant que moyen terme entre la faculté de connaître et la faculté de désirer (tout de même que l’entendement prescrit a priori des lois à la première, mais la raison à la seconde) : telles sont les questions dont s’occupe la présente Critique de la faculté de juger. » Dernière grande œuvre de Kant, la troisième critique est aussi l’aboutissement de toute une vie vouée à la philosophie. Kant (1724-1804), né à Kœnigsberg, il y passa sa vie, toute entière consacrée à la méditation et à l’enseignement. Aucun événement remarquable ne troubla cette existence toute intellectuelle.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La Critique de la Faculté de Juger”, de Emmanuel Kant, publicado pela editora Vrin, em 1989 e com 308 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vrin
Páginas: 308
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2711620263
ISBN13:
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Vrin conduz o leitor a um universo filosófico denso, marcado por textos que exploram desde a história do pensamento até análises conceituais profundas. O catálogo privilegia obras que discutem a experiência interna e a historicidade do conhecimento, com um tom que varia entre o rigor acadêmico e a reflexão crítica. Há um predomínio de textos que exigem atenção cuidadosa à linguagem e às sutilezas do argumento, frequentemente em contextos que atravessam a filosofia clássica, moderna e contemporânea. O ritmo das obras é geralmente pausado, convidando à meditação e à releitura, mais do que a uma leitura rápida ou narrativa. Em meio a esse rigor, a coleção apresenta também abordagens que dialogam com a dimensão política, ética e existencial da filosofia.
