
Título: Critical Thinking in ELT: A Working Model for the Classroom
Autor: John Hughes
Sinopse: Through accessible examples from their own experiences in the classroom, Paul Dummett and John Hughes provide English language teachers with practical ways to incorporate critical thinking into every class. Dummett and Hughes define critical thinking for English language teaching and demonstrate how challenging young adult and adult learners at all levels to think both critically and creatively develops learner autonomy, increases learner motivation, and promotes authentic communication.
Contexto da obra
Na área de estudos de línguas estrangeiras, livros como este costumam ser lidos com objetivo bastante concreto. “Critical Thinking in ELT: A Working Model for the Classroom”, de John Hughes, publicado pela editora Cengage Learning, em 2019 e com 158 páginas, integra a categoria Livros de Estudos de Línguas Estrangeiras. Por isso, a utilidade da obra costuma aparecer mais no uso continuado do que numa leitura isolada.
Editora: Cengage Learning
Páginas: 158
Ano: 2019
Edição: 1
Linguagem: INGLES
ISBN: 035704472X
ISBN13: 9780357044728
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,272
- Altura (cm): 23,10
- Largura (cm): 18,50
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Cengage Learning costumam oferecer uma leitura que combina conteúdo didático com aplicações práticas, especialmente em áreas acadêmicas e profissionais. A experiência de leitura frequentemente envolve textos que equilibram explicações detalhadas e exemplos visuais, como fotografias e vídeos, para facilitar a compreensão, sobretudo em cursos de idiomas e ciências. O catálogo sugere uma forte presença de materiais focados no aprendizado de inglês, com ênfase em situações reais e comunicação natural, além de obras que abordam temas científicos e técnicos com clareza e rigor. Há também títulos que exploram narrativas adaptadas, como graphic novels baseadas em clássicos, que mesclam literatura e arte para públicos intermediários. O tom varia entre o instrutivo e o acessível, com ritmo que pode ser mais linear e estruturado para estudantes, mas também com espaço para conteúdos que estimulam o pensamento crítico e a conexão com o mundo contemporâneo.
