
Título: Cronica Da Rua 513.2
Autor: João Paulo Borges Coelho
Sinopse: Em uma rua fictícia da cidade de Maputo, capital de Moçambique, a Rua 513.2, convivem personagens vivas e mortas. Os mortos – espíritos nguluvi – antigos moradores das casas no período da dominação portuguesa, interferem no dia da dia dos vivos que, agora, no período pós-independência moram nas suas casas. Vivos e mortos discutem, decidem e realizam tarefas que definem os rumos da rua e, por extensão do país. Quando esses antigos espíritos são substituídos por outros, a dinâmica histórica começa a mudar. Nesse romance surpreendente, Crônica da Rua 513.2, João Paulo Borges Coelho apresenta um retrato literário e cultural das relações entre história e ficção, em uma sociedade em busca de sua própria identidade.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cronica Da Rua 513.2”, de João Paulo Borges Coelho, publicado pela editora Kapulana, em 2020 e com 316 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Kapulana
Páginas: 316
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6599012116
ISBN13: 9786599012112
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,385
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Kapulana convidam o leitor a explorar narrativas que atravessam o continente africano, com histórias marcadas por investigações policiais, conflitos sociais e trajetórias pessoais intensas. A leitura frequentemente revela tensões entre tradições e modernidade, em contextos urbanos e rurais, onde questões como identidade, opressão e resistência ganham voz. O tom varia do humor satírico à poesia sensorial, passando por relatos densos e envolventes, que trazem personagens complexos e multifacetados. O catálogo sugere uma atenção especial às experiências femininas e aos desafios sociais, com narrativas que oscilam entre o mais narrativo e o ensaístico, e um ritmo que pode ser tanto reflexivo quanto tenso.
