
Título: Roteiros provinciais
Autor: João Paulo Borges Coelho
Sinopse: Roteiros provinciais, do moçambicano João Paulo Borges Coelho, é um conjunto de quatro novelas, a saber: - 9 Alexander Road - Figuras de papel - Cenas da vida na aldeia - Viagem para a estrelas Nestas histórias, o autor estabelece magistralmente uma conversa entre o ficcional e o histórico, dando voz e vida a personagens complexas, sempre em movimento. As personagens transitam em cenários que se comunicam, como a imensa periferia dos centros urbanos e o espaço rural mais profundo de Moçambique, ou ainda regiões próximas a Moçambique como a zona fronteiriça com o Zimbábue. Une estas histórias, além do movimento espacial, o movimento temporal em que se misturam relatos de realidade, memórias e imaginação. Com a narrativa ficcional, o autor apresenta imagens de diferentes épocas como fotografias, mapas, rótulos de produtos e gravuras variadas, que permitem que o leitor caminhe com as personagens, no tempo e no espaço.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Roteiros provinciais”, de João Paulo Borges Coelho, publicado pela editora Kapulana, em 2024 e com 252 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Kapulana
Páginas: 252
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6587231349
ISBN13: 9786587231341
Sobre a editora
Os livros da editora Kapulana convidam o leitor a explorar narrativas que atravessam o continente africano, com histórias marcadas por investigações policiais, conflitos sociais e trajetórias pessoais intensas. A leitura frequentemente revela tensões entre tradições e modernidade, em contextos urbanos e rurais, onde questões como identidade, opressão e resistência ganham voz. O tom varia do humor satírico à poesia sensorial, passando por relatos densos e envolventes, que trazem personagens complexos e multifacetados. O catálogo sugere uma atenção especial às experiências femininas e aos desafios sociais, com narrativas que oscilam entre o mais narrativo e o ensaístico, e um ritmo que pode ser tanto reflexivo quanto tenso.
