
Título: Crônicas do cotidiano e a época da inocência
Autor: Marcelo Allgayer Canto
Sinopse: Para os amantes da crônica e dos contos, acaba de sair Crônicas do cotidiano e a época da inocência, uma coletânea de textos curtos, porém, bem redigidos, por meio dos quais o autor imprime seu estilo simples mas autêntico. Talvez esteja aí a inocência presente no título. Tomando assuntos distintos como a importância do trabalho, da amizade, globalização e reflexões sobre o tempo e o clássico questionamento sobre a existência do homem – de onde viemos, para onde vamos? –, Allgayer presenteia o leitor com seus pontos de vista e lucubrações bem assertivas sobre cada tema. Valendo-se de textos curtos e concisos, para não enfadar o leitor, as crônicas retratam com mais profundidade a situação do jovem Erick, trazendo certo suspense ao leitor. Mas, ao final, o leitor é recompensado pelo alívio de saber que Erick, apesar do sofrimento vivido, caminhou para um final feliz, casando- se e constituindo família.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Crônicas do cotidiano e a época da inocência”, de Marcelo Allgayer Canto, publicado pela editora Buqui, em 2017 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Buqui
Páginas: 72
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788583383895
Sobre a editora
Os livros da editora Buqui oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e por narrativas que transitam entre o pessoal e o social. O catálogo apresenta obras que exploram histórias de superação, memórias e relatos biográficos, ao lado de reflexões sobre questões contemporâneas como finanças pessoais, carreira e reputação. Há também textos que misturam ficção com elementos reais, criando atmosferas que convidam à reflexão sobre o cotidiano e a cultura. O tom varia entre o direto e o didático, o humor irônico e o emotivo, com ritmos que vão do ensaio analítico à narrativa envolvente. Essa variedade sugere que a Buqui privilegia livros que dialogam tanto com leitores interessados em temas práticos quanto com aqueles que buscam histórias humanas e críticas sociais.
