
Título: Crônicas Para Jovens
Autor: Ignácio de Loyola Brandão
Sinopse: A presente seleção contempla 23 crônicas de Ignácio de Loyola Brandão, agrupadas em seis temas: “De Araraquara a São Paulo”, “Cenas de rua”, “Foi comigo mesmo”, “Sem fantasia”, “Só rindo” e “E uma declaração de amor”. Pequenos fatos do cotidiano, situações engraçadas, pessoas anônimas, acontecimentos políticos e sociais do Brasil e do mundo, reminiscências da cidade natal, a vida na cidade grande, dúvidas, denúncias, relatos pessoais e encontros são registrados pelo olhar atento e aguçado de Loyola, ora de forma leve e bem-humorada, ora de forma mais crítica e reflexiva. No dia em que os aviões mergulharam nas torres nova-iorquinas, ao sair à rua para vir trabalhar, dei com uma jovem, adolescente, grávida. Ela acariciava a barriga. (…) Lá dentro, a criança não sabia de nada. Não tinha informações sobre o mundo que virá habitar dentro de pouco tempo.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Crônicas Para Jovens”, de Ignácio de Loyola Brandão, publicado pela editora Global Editora, em 2013 e com 109 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Global Editora
Páginas: 109
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526017225
ISBN13: 9788526017221
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
