
Título: Cruzamentos 2: Pensando a Violência
Autor: Conte Bárbara
Sinopse: A humana experiência com a Violência cria uma condição de aniquilante impotência que representa um desafio à compreensão. As inúmeras habilidades e talentos dos homens, construídos desde períodos ancestrais, e mesmo que sempre evoluindo desta condição de tempo imemorial, não são ainda suficientes nem para conter e menos ainda para iluminar um pensar sobre a Violência. A partir da correspondência entre Freud e Einstein sobre a guerra, reunimos nossas reflexões num texto comum, resultado de nosso debate grupal. A atualidade destas cartas nos desafiou a refletir inúmeras alternativas de soluções ainda não pensadas para aplacar a violência.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Cruzamentos 2: Pensando a Violência”, de Conte Bárbara, publicado pela editora Editora Escuta, em 2005 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Editora Escuta
Páginas: 184
Ano: 2005
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571372381
ISBN13: 9788571372382
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,232
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Escuta convidam o leitor a um mergulho profundo no campo da psicanálise, da filosofia e das artes, com textos que exploram tanto a teoria quanto a prática clínica contemporânea. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e denso, que privilegia o diálogo entre conceitos clássicos e questões atuais, muitas vezes atravessadas por temas como subjetividade, cultura, e a complexidade das relações humanas. O catálogo sugere obras que transitam entre o ensaio teórico, a análise clínica e a crítica cultural, com narrativas que exigem atenção e envolvimento do leitor. Há uma predominância de textos que abordam a psicanálise sob diferentes perspectivas, ora mais conceituais, ora mais aplicadas, o que revela uma diversidade em ritmo e densidade, mas sempre com um foco na escuta e na compreensão do sujeito.
