
Título: Cultura e imperialismo
Autor: Edward W. Said
Sinopse: Depois do clássico Orientalismo, Edward Said escreveu esta obra em que discute a influência dos pressupostos imperialistas na política e na cultura ocidentais, desde os grandes romances do século XIX até a cobertura jornalística da Guerra do Golfo. Edward Said faz um trabalho brilhante de crítica literária ao examinar como as ideias imperialistas influenciaram e continuam influenciando a política e a cultura ocidentais. Ele desvenda como a ficção ocidental dos séculos XIX e XX e os meios de comunicação em massa de hoje podem ser armas de conquista poderosas, além de analisar o surgimento das vozes de oposição dos nativos na literatura dos países colonizados. O entendimento dessa "estrutura de atitudes e referências" imperial e das reações a ela no processo de descolonização é o caminho privilegiado para se descortinar uma perspectiva esperançosa: a coexistência harmoniosa entre o Ocidente e suas antigas dependências coloniais, algo que só será realidade quando alcançarmos uma compreensão histórica de que todas as culturas são, inevitavelmente, interdependentes.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cultura e imperialismo”, de Edward W. Said, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2011 e com 568 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 568
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
