
Título: Cultura e Imperialismo
Autor: Edward W. Said
Sinopse: Neste livro apaixonado e erudito, Edward Said examina as maneiras pelas quais os pressupostos imperialistas influenciaram e continuam influenciando a política e a cultura ocidentais, desde os grandes romances do século XIX até a cobertura jornalística da Guerra do Golfo. O entendimento dessa "estrutura de atitudes e referências" imperial e das reações a ela no processo de descolonização é o caminho privilegiado para se descortinar uma perspectiva esperançosa: a coexistência harmoniosa entre o Ocidente e suas antigas dependências coloniais, algo que só será realidade quando alcançarmos uma compreensão histórica de que todas as culturas são, inevitavelmente, interdependentes.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Cultura e Imperialismo”, de Edward W. Said, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1995 e com 464 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 464
Ano: 1995
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571644675
ISBN13: 9788571644670
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,535
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,40
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
