
Título: Curso de Estética
Autor: Leda Miranda Hühne
Sinopse: A estética tem muitas faces. Ela se mostra no dia-dia, numa dimensão de vida que se quer prazerosa e de alguma forma, bela. E se manifesta, também, expressão de vigor, de saúde, de aparência como se mostra nos letreiros das lojas de cosméticos, academias de educação física e centros de lazer e decoração. Mas a estética é uma disciplina que se aprende e se ensina, tem conteúdo específico e objeto de estudo. Objetivamente ela se volta para o fenômeno que pode ser uma obra de arte, artesanato, dado natural ou elemento criativo. No seu enfoque, todavia, passa pela percepção sensível que se dá em estado de intensa emoção. Não há fenômeno estético sem experiência perceptível. O livro apresenta duas partes. A primeira analisa as questões básicas da estética como as suas relações com a arte e a estruturação da obra de arte; com a cultura e o problema dos valores estéticos e com a criatividade e seu conceito ambíguo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Curso de Estética”, de Leda Miranda Hühne, publicado pela editora UAPÊ, em 2006 e com 323 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: UAPÊ
Páginas: 323
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788585666606
Sobre a editora
Os livros da editora UAPÊ costumam explorar temas que transitam entre a reflexão filosófica, o olhar estético e a expressão poética, muitas vezes com um tom contemplativo e didático. A experiência de leitura frequentemente envolve um convite à meditação sobre a existência, a arte e o cotidiano, com textos que vão do ensaio acadêmico à poesia sensorial. O catálogo sugere uma atenção especial à linguagem acessível em obras práticas, como as que orientam o cultivo e o cuidado com plantas, contrastando com materiais mais densos e teóricos que discutem filosofia, estética e psicologia. Há também um interesse por processos criativos, seja na análise da arte infantil ou na poesia que convida o leitor a interagir fisicamente com o livro. Em geral, o ritmo das obras varia do mais reflexivo e lento ao mais instrutivo e direto, atendendo a leitores que buscam tanto aprofundamento intelectual quanto práticas cotidianas.
