
Título: Daniel (Council Enforcers #1): Executores do Conselho 1
Autor: Catherine Lievens
Sinopse: Daniel sabia que iria procurar um trocador com o seu melhor amigo Anthony, mas não esperava que terminasse como ele. Agora ele tem um novo emprego com Kameron Rhett, o Gillham pack alpha, e ele adora. Ele gosta de estar perto de shifters, e ainda mais longe de sua casa e seu pai alcoólatra. A primeira reunião de Bran Morris como chefe dos fiscais do conselho leva-o a Gillham. Kameron precisa tomar uma decisão sobre sair para a cidade, e Bran é suposto para ajudar com ele. Nunca esperava encontrar-se com seu companheiro, não depois de perder sua esposa e seu filho trinta e seis anos antes. Daniel e Bran acertaram imediatamente, mas quando o pai de Daniel se torna um problema, Daniel não sabe o que fazer. Deveria viver sua vida e estar com seu companheiro, ou deveria ficar com seu pai para ter certeza de que o homem não se machucaria? O que aconteceria com sua relação com Bran se ele escolhasse seu pai?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Daniel (Council Enforcers #1): Executores do Conselho 1”, de Catherine Lievens, publicado pela editora eXtasy Books, em 2016 e com 172 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: eXtasy Books
Páginas: 172
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora eXtasy Books costumam apresentar narrativas intensas e envolventes, centradas em personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos e relações complexas, muitas vezes em universos paranormais ou com elementos de fantasia. O catálogo sugere um foco recorrente em histórias de shifters, vampiros, e outras criaturas sobrenaturais, onde a descoberta do amor, a superação de traumas e a luta por aceitação são temas frequentes. O tom varia entre o dramático e o romântico, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de conexão emocional íntima. Muitas obras exploram dinâmicas de poder e pertencimento dentro de comunidades fechadas, como matilhas ou coalizões, criando um clima de mistério e urgência.
