
Título: De que hablo cuando hablo de correr
Autor: Haruki Murakami
Sinopse: En 1982, tras dejar el local de jazz que regentaba y decidir que, en adelante, se dedicaria exclusivamente a escribir, Haruki Murakami comenzo tambien a correr. Al ano siguiente correria en solitario el trayecto que separa Atenas de Maraton, su bautizo en esta carrera clasica. Ahora, ya con numerosos libros publicados con gran exito en todo el mundo, y despues de participar en muchas carreras de larga distancia en diferentes ciudades y parajes, Murakami reflexiona sobre la influencia que este deporte ha ejercido en su vida y en su obra. Mientras habla de sus duros entrenamientos diarios y su afan de superacion, de su pasion por la musica o de los lugares a los que viaja, va dibujandose la idea de que, para Murakami, escribir y correr se han convertido en una actitud vital. Reflexivo y divertido, filosofico y lleno de anecdotas, este volumen nos adentra plenamente en el universo de un autor que ha deslumbrado a la critica mas exigente y hechizado a miles de lectores. / Its a beautiful memoir about Murakamis obsessions with running and writing. Full of vivid insights, including the moment when he decided to become a writer. Funny and sobering, playful and philosophical, this book is rich and revelatory, both for fans and for the exploding population of athletes who find similar satisfaction in athletic pursuit.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “De que hablo cuando hablo de correr”, de Haruki Murakami, publicado pela editora Tusquets, em 2012 e com 232 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tusquets
Páginas: 232
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8483835932
ISBN13: 9788483835937
Sobre a editora
Os livros da editora Tusquets convidam o leitor a navegar por narrativas que equilibram humor e crítica social, como em distopias tecnológicas, e também a mergulhar em textos densos e meticulosos, como peças dramáticas com forte carga cultural regional. O catálogo revela uma preferência por obras que exploram conflitos internos e sociais, seja por meio de personagens complexos ou ambientes carregados de tensão e atmosfera. A linguagem costuma ser cuidadosa, ora lírica, ora direta, com ritmo que varia entre o envolvimento emocional e a reflexão crítica. Em muitos títulos, há um interesse em temas como memória, identidade, relações de poder e a complexidade das interações humanas, sempre com um olhar atento às contradições da condição humana.
